segunda-feira, 6 de outubro de 2025

7 de Setembro chega na grande final da 2° Copa Guilherme Sá de Futebol após superar a Seleção Majorsalense nas penalidades.

 O Estádio Wilson da Rocha Formiga, em Tenente Ananias-RN, foi palco de grandes emoções neste sábado! A cidade Potiguar sediou uma das Semifinais da 2ª Copa Guilherme Sá de Futebol, com um clássico que incendiou o esporte regional: o confronto interestadual entre a Seleção Majorsalense (Major Sales-RN) e 7 de Setembro (Paulista-PB). A partida era crucial, pois apenas uma equipe garantiria a vaga na grande final da competição. 

Ambos os times construíram uma campanha notável na temporada 2025. A Seleção Majorsalense chegava com um aproveitamento de 100%, invicta até aquele momento. Já o 7 de Setembro depositava suas esperanças no poder de fogo do atacante Geraldinho, um dos artilheiros da copa. O atleta havia balançado as redes em sete oportunidades, igualando a disputa com Guilherme Rodrigues, do SAF Futebol Clube, que também acumula sete gols.


Com a presença de um bom público, o Estádio Wilson da Rocha Formiga se consolidou mais uma vez como o palco principal do esporte na região, recebendo mais uma rodada desta importante competição, a Copa Guilherme Sá de Futebol, organizada por Guilherme Abrantes.

O duelo entre Seleção Majorsalense e 7 de Setembro não era apenas pela vaga, mas pelo prestígio do clássico que agitou os estados vizinhos, encerrando a fase de semifinais e definindo o grande embate da decisão.

(1° TEMPO DE JOGO)

Como era de se esperar em um clássico decisivo, as equipes iniciaram o duelo de forma agressiva, deixando claro que o objetivo era a vaga na final. Os primeiros minutos foram de intensos ataques criados nas quatro linhas, colocando os sistemas defensivos em alerta máximo. Os destaques ofensivos iniciais foram Nardier, da Seleção Majorsalense, e o artilheiro Geraldinho, do 7 de Setembro, dupla que tentavam furar as defesas adversárias.


A batalha em Tenente Ananias-RN era marcada pela igualdade no placar e na intensidade, sem que um grande favorito se firmasse. No entanto, a Seleção Majorsalense parecia ter mais liberdade em seus avanços. Isso se dava principalmente pela sua característica de manter um maior controle de bola durante seus confrontos, uma vantagem que tentava impor sobre o adversário para dominar o meio-campo. A estratégia mais utilizada por ambas as equipes para tentar abrir o placar eram os lançamentos diretos na área, com a pressão vindo predominantemente pelas laterais do campo.


O 7 de Setembro, em particular, apostava muito nas jogadas aéreas no primeiro tempo, utilizando um maior número de bolas levantadas. Essa tática causava dificuldades constantes para o goleiro Enzzo Felipe na meta da Seleção Majorsalense. 
Em meio a disputas firmes, a forte marcação ganhava destaque no Estádio Wilson da Rocha Formiga, onde as duas agremiações se mostravam defensivamente sólidas. O esquema defensivo bem montado provocava "dores de cabeça" para os atacantes, onde eles encontravam pouco ou nenhum espaço para criar finalizações claras, mantendo o placar inalterado.


Após várias tentativas ofensivas, o gol que abriu o placar finalmente surgiu, sendo o triunfo marcado aos 18 minutos. O lance nasceu de um intenso bate-rebate dentro da área do 7 de Setembro; em meio à confusão e às disputas acirradas, a bola acabou sobrando para o atacante Nardier. Livre de marcação, ele teve apenas o trabalho de empurrar a bola para o fundo do gol, garantindo a vantagem da Seleção Majorsalense no primeiro tempo. (SELEÇÃO MAJORSALENSE 1X0 7 DE SETEMBRO)


Com o placar aberto, os ânimos ficaram à flor da pele no Estádio Wilson da Rocha Formiga. Em desvantagem no marcador, o 7 de Setembro viu-se em uma situação complicada sendo forçado a buscar imediatamente o gol de empate. A equipe paraibana precisava reagir para voltar a sonhar com a vaga na grande final da Copa Guilherme Sá de Futebol. A reação do 7 de Setembro veio de forma imediata, mais precisamente aos 20 minutos; o artilheiro Geraldinho até conseguiu balançar as redes, mas a euforia durou pouco. O lance foi prontamente anulado pela arbitragem, que assinalou o impedimento, mantendo o placar em 1X0 prol Seleção Majorsalense.


Apesar da anulação, esse momento pareceu surtir um efeito motivacional no time Paraibano, que intensificou a busca pelo gol de empate. Conseguir a igualdade ainda no primeiro tempo seria crucial para o psicológico e as chances de classificação. Enquanto isso, a Seleção Majorsalense, com a vantagem no placar, demonstrou calma e controle, equipe que não mostrava pressa, focando em manter o maior número de passes e a posse de bola por mais tempo.

Essa estratégia, característica do time, não só apresentava um controle absoluto sobre suas próprias decisões, como também forçava o adversário a se manter em seu campo de defesa, dominando o ritmo do jogo e neutralizando as tentativas de reação do 7 de Setembro.


Demonstrando superioridade tática, a Seleção Majorsalense soube administrar perfeitamente sua vantagem no primeiro tempo. A equipe não sofreu grandes sustos, garantindo uma atuação ilesa para o goleiro Enzzo Felipe, que teve apenas participações básicas em Tenente Ananias-RN. O 7 de Setembro até se esforçou para buscar o empate, mas não conseguiu concretizar as chances e balançar as redes.

O apito final da primeira etapa soou com um gosto amargo para os paraibanos, que viram o placar indicar a vitória parcial de 1X0 para a Seleção  Majorsalense. A equipe de Paulista-PB precisaria de uma grande reação para reverter o resultado, e manter vivo o sonho da final na 2º Copa Guilherme Sá de Futebol.


(2° TEMPO DE JOGO)

O segundo tempo começou com uma intensa pressão do 7 de Setembro, que precisava urgentemente reverter a desvantagem no placar. Aos 8 minutos, os Paraibanos criaram uma boa chance em um forte lançamento na área. O goleiro Enzzo Felipe tentou interceptar a bola, mas sua saída foi frustrada; para a sorte da Seleção Majorsalense, a bola acabou indo diretamente para fora, evitando o perigo dentro da sua área.


O susto maior para a equipe Potiguar veio aos 11 minutos, em um erro quase fatal do sistema defensivo. Um vacilo na saída de bola da Seleção Majorsalense caiu nos pés do artilheiro Geraldinho, atleta que partiu em velocidade rumo ao gol. Já dentro da área, Geraldinho serviu Lucas, que estava de frente para a meta, no entanto, Lucas fez o mais difícil. Em uma chance claríssima de gol no Wilson Rocha, ele acertou o travessão, desperdiçando a oportunidade que garantiria o empate ao 7 de Setembro.

O erro inacreditável de Lucas no lance anterior causou arrepios e deixou os nervos à flor da pele no elenco do 7 de Setembro. A equipe viu uma oportunidade de ouro ser desperdiçada, um lance que não poderia ter sido perdido em hipótese alguma. Lucas lamentou profundamente, ciente de que o gol nos minutos iniciais do segundo tempo poderia ter mudado completamente a história da partida, trazendo mais segurança e ímpeto para os Paraibanos no clássico contra a Seleção Majorsalense.


Apesar do erro, a pressão do 7 de Setembro seguiu intensa. Esse crescimento do adversário ligou o sinal de alerta na comissão técnica da Seleção Majorsalense, que pedia calma e cautela no esquema defensivo, sabendo que qualquer erro poderia ser fatal na disputa pela Semifinal. Os Potiguares usavam o tempo a seu favor, sem pressa, pois o placar mínimo de 1X0 era suficiente para garantir a sonhada vaga na grande final da 2ª Copa Guilherme Sá de Futebol. 


O atacante Lucas teve mais uma chance de redenção aos 17 minutos. Após um lançamento pela direita, a bola sobrou fora da área, e o jogador do 7 de Setembro tentou um voleio em direção ao gol. Contudo, a finalização saiu sem sucesso, passando por cima da meta de Enzzo Felipe, que pôde apenas acompanhar o lance sem grandes preocupações. O jogo tornou-se bastante físico, com um grande número de faltas marcadas, o que prejudicava a fluidez de ambas as equipes. A Seleção Majorsalense cometia um número maior de infrações, oferecendo oportunidades perigosas para o adversário em forma de bola parada e lançamentos diretos à sua área.


Aos 29 minutos, o 7 de Setembro teve uma chance crucial em bola parada pela esquerda. Lázaro levantou a bola na área adversária, e o goleiro Enzzo Felipe vacilou em uma saída equivocada. Na sobra, os paraibanos tentaram aproveitar o erro, mas, por pouco, não conseguiram o empate: a defesa da Seleção Majorsalense agiu rapidamente e conseguiu afastar a bola em cima da linha, mantendo o placar inalterado e o time ainda na frente.


Contudo, após o lance, o VAR (Árbitro de Vídeo) entrou em cena no Estádio Wilson da Rocha Formiga. A arbitragem foi chamada para revisar uma possível penalidade no tumulto da área.

O momento da confirmação foi arrepiante no estádio, deixando atletas e torcedores em aflição. Mais do que um lance decisivo, a utilização do VAR confirmou uma grande inovação trazida ao futebol amador pela Copa Guilherme Sá de Futebol, elevando o nível e a tecnologia da competição.

Após um período de revisão tenso, o árbitro Daniel tomou a sua decisão: pênalti a favor do 7 de Setembro! A penalidade foi marcada após o VAR flagrar o goleiro Enzzo Felipe desferindo um soco sem bola no rosto de um adversário dentro da área.

Na marca da cal, o experiente Lázaro não desperdiçou. Ele bateu no canto direito, sem dar chances de defesa para o arqueiro da Majorsalense, igualando o placar em Tenente Ananias. Aos 32 minutos, o clássico estava empatado e o drama da semifinal aumentava.

Majorsalense Perde a Vantagem e Busca a Reação

Com a perda de sua vantagem, a Seleção Majorsalense se viu em uma situação delicada e foi forçada a mudar sua postura tática. A equipe potiguar precisou sair do campo de defesa e buscar espaços para voltar a balançar as redes.

O time passou a se utilizar, principalmente, dos contra-ataques, acionando o trio ofensivo formado por Nardier, Igor e Erik, a fim de retomar a liderança no placar e garantir a vaga na grande final. O jogo estava aberto e o desfecho seria imprevisível.

Com o placar empatado, ambas as equipes se esforçaram na reta final, mas não conseguiram o êxito necessário em suas ações ofensivas. O tempo regulamentar se encerrou, confirmando a igualdade no placar.

Nas semifinais da Copa Guilherme Sá, o regulamento é claro: empate leva a decisão para as penalidades. O grande clássico entre a Seleção Majorsalense e o 7 de Setembro seria definido na marca da cal.

Drama e Definição: 7 de Setembro Vence nos Pênaltis

A disputa de pênaltis começou com drama para os paraibanos. O 7 de Setembro iniciou em desvantagem quando Henrique teve sua cobrança defendida pelo goleiro Enzzo Felipe, colocando os potiguares à frente.

No entanto, o placar virou a favor do 7 de Setembro após os desperdícios da Seleção Majorsalense. Os atletas Dorin e Halisson erraram suas cobranças cruciais, e o custo foi a eliminação da Majorsalense.

O 7 de Setembro carimbou sua vitória nos pênaltis, garantindo a vaga e o direito de disputar a grande final da 2ª Copa Guilherme Sá de Futebol.

O Confronto Final Está Definido

Na grande final da competição, o 7 de Setembro (Paulista-PB) irá enfrentar o SAF Futebol Clube (Lastro-PB). A decisão promete fortes emoções e será realizada no Estádio O Paulão.

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